sábado, 10 de julho de 2010

Neeem tô...

É incrível como algumas coisas têm o dom de me deixarem louca. É incrível como me deixo levar por isso, mas é (muito) mais forte que eu. E repreender não é a melhor saída. Mas quando vejo o que está - aparentemente - errado, quero me transportar num submundo privado onde só eu tenho o absoluto controle sobre alguns aspectos da minha vida. Quem nunca passou por isso, por favor, que atire a primeira pedra. Quem nunca desejou ser uma mosquinha? Por favor, não minta. Eu sei que sim. Por favor! Não minta. Eu posso até não saber, mas sei que acho o contrário.

E daí? Achei bonitinho:)

Não minta. Por favor. Eu posso até não ter o dom das palavras, mas elas são minhas. E é essa a verdade. Minhas, e de mais ninguém. Eu as conduzo do modo que julgar mais conveniente. E às vezes nem julgo nada. Na verdade, acho até que elas conduzem mais a mim do que eu as conduzo. Inconvenientemente até, eu diria. Bá, que confusão. Você não deve estar entendendo nada. Nem é pra entender. Aliás, se você chegou até essa parte do texto, parabéns. Pra mim! Ao som de 'Raindrops from the sun - Imani Coppola', estou me imersando num 'emaranhado de ideias' completamente sem sentido. É, sem sentido mesmo.
Quem disse que é pra ter sentido, né?
Os frankfurtianos estavam certíssimos. A influência das coisas depende das condições - meio e etc - em que vivemos.
Então releve, por favor. A culpa é da música, que é meio louquinha mesmo...

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